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Nossa
gente: Carlos e Cecília Maran
Casados há 56 anos na antiga Igreja Matriz de Londrina, Carlos
e Cecília formaram uma grande família composta por 4 filhos,
10 netos e 1 bisneta.
Cecília traz como marca de sua vida religiosa a formação
recebida de uma família composta por 6 irmãos que, apesar
de residir em uma fazenda, eram reunidos pelos pais para caminhar alguns
quilômetros para participar da Missa.
Carlos, que chegou a Londrina no ano de 1941, faz parte de uma prole de
9 irmãos que também receberam a formação católica
dada pelos pais que tinham como rotina juntar os filhos dirigindo-se para
as celebrações na Igreja.
Desde que se casaram, Carlos e Cecília participam da nossa comunidade.
Em um período, por residirem na Vila Nova, foram paroquianos do
Santuário N. Sra. Aparecida.
No início da década de 70, o casal participou do Cursilho
da Cristandade e de um curso bíblico na Vila Nova e integraram
o grupo de casais do 1o. ECC da Catedral. Nesse serviço familiar,
colaborou na equipe dirigente, na coordenação de grupos
de trabalho nos encontros e de um grupo de formação de casais.
Por 10 anos Carlos e Cecília atuaram na Liga dos Engraxates e coordenaram
uma equipe nas Missões Populares.
A vida do casal tem sido um testemunho constante das incontáveis
graças que considera receber de Deus. Citando alguns exemplos,
recordam de uma penosa crise enfrentada por um de seus filhos que foi
superada pela fé, pela oração e pela união
da família. Em outra oportunidade, Cecília sofreu um acidente
doméstico que havia comprometido o movimento de um braço
e de uma mão. O diagnóstico dado pela medicina não
era animador, entretanto, ao participar de uma reunião de cura
do Grupo Água Viva (RCC) da Catedral, se viu movimentando o braço
e a mão de forma espontânea. Para ela, não há
a menor dúvida da ação de Deus nesta recuperação.
Por essas razões, entre tantas outras que caracterizam a paz, a
harmonia e a tranqüilidade de sua grande família, Carlos e
Cecília, reconhecidos, citam o seguinte ensinamento de São
João: "O ramo não pode dar fruto por si mesmo se não
permanecer na videira".
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